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O que é a Estrela Michelin? – História e critérios do guia gastronômico!

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O que é a Estrela Michelin? A atribuição da prestigiada Estrela no “Guia Michelin” é o mais alto reconhecimento que um restaurante pode obter, já respondendo a sua pergunta logo cedo.

Esse guia histórico representa, de fato, é um ponto de referência fundamental para quem procura a excelência na área da alimentação em restaurantes, bem como uma ambiciosa meta que muitos chefs em todo o mundo desejam alcançar ou aumentar.

Conseguir ou perder uma Estrela pode realmente determinar o destino de um restaurante, tornando-se assim uma grande responsabilidade.

Partindo da história dessa marca internacionalmente reconhecida da qualidade culinária, vamos descobrir em que consiste o processo de avaliação, com base em que critérios se estabelecem estes prêmios e, sobretudo, qual é a diferença entre uma ou mais Estrelas Michelin. Leia conosco e compreenda o que é a Estrela Michelin!

Um pouco de história sobre o guia e as Estrelas Michelin

Mas afinal, o que é a Estrela Michelin? O refinado “Guia Michelin” parecia bem diferente quando foi lançado em no ano de 1900, pela internacionalmente conhecida empresa de pneus.

Na verdade, na época, foi criado como um meio para os motoristas franceses encontrarem, entre outras coisas, lugares decentes para ficar e comer algumas das comidas típicas da culinária francesa enquanto viajavam.

A Michelin sempre recorreu às temidas visitas anônimas de inspetores para a atribuição de Estrelas e avaliação de restaurantes, especialistas em culinária e hospitalidade de um local para com seus clientes em geral.

Critérios de classificação da Estrela Michelin

Você já sabe o que é a Estrela Michelin, agora é hora de compreender seus critérios de avaliação. Não sabemos exatamente o que os inspetores procuram e o que avaliam, mas a Michelin diz que observa cinco critérios básicos no julgamento:

  1. Qualidade do produto;
  2. Domínio de sabores e técnicas de preparação;
  3. A personalidade do chef;
  4. Custo-benefício;
  5. Consistência nos pratos apresentados entre as visitas realizadas.

Com este símbolo, que vai de 1 a 5, avalia-se o serviço, o ambiente, o conforto, a mobília do local, o cardápio de vinhos, resultando assim na qualidade da experiência proporcionada ao cliente que visita o restaurante.

Diferença entre 1, 2 e 3 Estrelas

Chegamos então a um aspecto crucial para restaurantes e clientes, nomeadamente o significado das Estrelas Michelin. Veja o que é a Estrela Michelin em cada um de suas classificações:

  • 1 Estrela: indica uma cozinha de alta qualidade em que se sente a mão do chef, assim, o avaliador indica que vale fazer uma visita ao restaurante;
  • 2 Estrelas: premiam uma cozinha de excelência e de alto nível onde se faz sentir o toque pessoal e a destreza do chef, neste caso vale a pena não só visitar, como voltar ao restaurante mais uma vez para provar seus outros pratos;
  • 3 Estrelas: simbolizam uma gastronomia excepcional e detalhes impecáveis, que merecem uma viagem especial. Isso significa que vale a pena você atravessar o país ou ir até a Europa para visitar um dos restaurantes que possua 3 Estrelas.

Por mais que uma Estrela seja um grande marco para um chef, a Michelin faz questão de salientar que os prêmios são concebidos principalmente para beneficiar os consumidores, e não os cozinheiros.

Além disso, em 1997, o guia introduziu um prêmio chamado “Bib Gourmand”, que descreve como “não exatamente uma Estrela”, mas uma homenagem a todos os “estabelecimentos amigáveis que servem boa comida a preços moderados”.

No entanto, isso não significa que um restaurante tenha que ser caro para ganhar uma Estrela Michelin.

O que é preciso para ganhar uma Estrela Michelin?

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Explicamos o que é a Estrela Michelin e também o que é necessário para obtê-la. Abaixo, desmistificamos ainda mais esses critérios, explicando cada um deles de forma detalhada. Leia:

1. Qualidade do produto

A primeira regra é o fundamento básico para entrar no guia Michelin: escolher o melhor dos melhores produtos do mercado para os pratos que serão preparados. Isso não significa ter que focar no luxo do caviar, mas selecionar o que é melhor para o cardápio que você deseja construir, com base na sua própria “ideia de cozinha”.

2. Domínio de sabores e técnicas de preparação

Uma vez selecionados os ingredientes, o próximo passo para (tentar) ganhar uma Estrela Michelin são as técnicas de preparação dos seus pratos.

Os seis sabores (doce, azedo, amargo, picante, salgado e umami) devem estar presentes de forma distinta para diversificar suas apresentações. Você pode preparar um prato muito prático brincando com os ingredientes, suas cores e as texturas dos alimentos.

3. A personalidade do chef

A receita para obter uma Estrela Michelin exige que o chef seja uma mistura de personalidade, talento criativo, abordagem de alto nível e ambição.

Para se tornar o número um, você não deve apenas ter o talento e a paixão, mas também a capacidade de se questionar, criando novas experiências, mas sem perder de vista o objetivo que está buscando proporcionar a quem vai degustar aquele prato.

4. Custo-benefício

Conforme mencionado anteriormente, nem sempre um restaurante caro é sinônimo de 3 Estrelas Michelin, pelo contrário.

De nada adiante o restaurante ser caro se os benefícios apresentados pelo cardápio serem ínfimos. Tudo se trata de um balanço entre os dois pontos: custo e benefício ao cliente final.

5. Consistência nos pratos apresentados entre as visitas realizadas

Surpreender e encantar durante um jantar é garantia de sucesso? Definitivamente não. É fácil pensar favoravelmente em um restaurante depois de um jantar excelente, mas é a consistência ao longo do tempo que pode garantir a entrada para o “hall da fama” das Estrelas Michelin.

Na verdade, os inspetores da Michelin não comem apenas uma vez em um restaurante que almeja a Estrela, mas eles vão lá pelo menos duas ou três vezes, sendo que cada vez são pessoas diferentes, buscando aumentar ao máximo o leque de avaliação dos padrões de acordo com as diferentes sensibilidades.

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