Maringá – PR 7/1/2021 – Acreditamos que todo espaço possa ser compartilhado, gerando lucro para aqueles que desejam alugar seus espaços comerciais ociosos para outros profissionais.

Não é novidade que o ano de 2020 ficará marcado pelas graves consequências decorrentes da pandemia do novo coronavírus. Dados do IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, dão conta de que até o mês de julho 760 mil empresas foram fechadas. Segundo dados do IPEA, nos seis primeiros meses do ano, o setor de serviços teve queda de 5,3%.

Devido ao isolamento social, muitas empresas adotaram ou ampliaram o sistema de teletrabalho, tendo seus funcionários trabalhando em casa em muitos casos definitivamente. Um estudo elaborado pela Fundação Instituto de Administração mostrou que 46% das pequenas e médias empresas já haviam adotado o sistema ainda no primeiro semestre.

Não se deve desconsiderar os custos e prejuízos para administradores de escritórios e espaços de trabalho que ficaram ociosos repentinamente devido à crise. Manutenção, limpeza e contas em geral não pararam de chegar apesar de muitos colaboradores terem adotado o home office.

Espaços compartilhados antes da pandemia

Há alguns anos, o coworking vem ganhando espaço nas grandes e médias cidades do Brasil. O modelo, criado no início do século nos Estados Unidos, se espalhou pelo mundo, reunindo profissionais que não necessariamente das mesmas áreas, no qual profissionais liberais, empreendedores, entre outros, dividem os mesmos escritórios e seus recursos para diminuir os altos custos de ter um espaço individual com todos os custos que isto envolve.

Sendo assim, clínicas de beleza, consultórios, estações de trabalho e até mesmo salas de reuniões ganharam vida e agora podem atuar de forma mais livre.

Criatividade para além da crise

Há plataformas consolidadas que oferecem espaços há um tempo, mas nem todas atuam em grandes e médias cidades e nem sempre oferecem os melhores preços. Neste contexto, Tiago Carpanese teve uma ideia: “perdi a maioria dos meus contratos quando a pandemia surgiu e fiquei com meu espaço comercial ocioso. Com a minha fábrica de software vazia, pensei em alugar parte dela para profissionais autônomos. Vi, então, que não havia nenhuma ferramenta focada nesse ramo e foi aí que decidimos desenvolver a plataforma Spacy”, diz Tiago.

No caso da Spacy, Tiago explica que não há um custo fixo para reservar, isto depende da transação entre as partes. Clientes com seus espaços ociosos podem conversar com aqueles interessados através da plataforma e negociarem seus valores, sem pagar mensalidades, algo que as plataformas de coworking semelhantes não oferecem.

A segurança no momento de concluir a transação foi uma preocupação de Tiago Carpanese: “Há também, a questão da segurança. Nós usamos a Juno para as transações e é permitido que ambos os lados (locatários e locadores) possam abrir uma disputa e requerer o valor ou parte dele caso algum tipo de problema seja identificado”.

O CEO da Spacy compara seu modelo à famosa plataforma Airbnb, mundialmente conhecida por conectar viajantes com anfitriões de forma rápida e direta por todo o mundo. “Buscamos ser uma empresa inovadora no compartilhamento de espaços, transformando qualquer espaço em verdadeiro “Airbnb” comercial”. A Spacy oferece desde salas de reunião, escritórios, estúdios musicais, auditórios, salões de beleza, estúdios de tatuagem e espaços voltados ao lazer.

Para saber mais, basta acessar: https://spacy.com.br.

Website: https://www.spacy.com.br

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